Países dos leitores

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

-"Os países da CPLP e os dialetos crioulos lusófonos"

Este vídeo só apresenta imagens dos países que têm o português como língua oficial, mas não nos esqueçamos que a língua portuguesa também está presente em dialetos crioulos espalhados por todo o mundo.
Em África: na Guiné Equatorial, em Casamansa, nas ilhas de Fernando Pó e Ano Bom, em Zanzibar, Mombaça e Melinde;
Na Índia: em Goa, Diu, Damão, Nagar Aveli, Bombaim, Korlai, Quilom, Mangalor, Tellichrry, Cochim, Vaipim, Bengala e na Costa de Coromandel;
No Sri-Lanka ( antigo Ceilão ): em Trincomalee, em Batticaloa, em Mannar e em Puttallam;
Na Malásia: em Malaca e Kuala Lumpur e o papiá kristang em Singapura;
Na Indonésia: nas ilhas de Java, Flores, Ternate, Ambom e Macassar;
Na China: o patuá de Macau e Hong-Kong;
Na América: em Suriname e em Curaçau, Aruba e Bonaire, nas Antilhas.


sábado, 18 de agosto de 2012

-"São Luís do Maranhão"

O meu amigo Canojones, encontrou nos seus arquivos o excelente artigo que se segue e teve a amabilidade de mo enviar com a seguinte mensagem:

"Pelo seu valor de clarividência histórica, reencaminho mensagem dum amigo brasileiro descendente de portugueses açorianos - um lutador pela reposição da Verdade Histórica, um pouco (?) arredada dos manuais brasileiros."

São Luís

O caderno Turismo da Folha de S. Paulo de 5/1/98 publica uma reportagem da Agência Folha de São Luís sobre a capital do Maranhão. No breve retrospecto histórico (6 cm de coluna), o jornalista diz que São Luís é a única capital brasileira fundada pelos  franceses, que queriam criar "a França Equinocial, um pedaço da França nos trópicos" e que "só que, para infelicidade de muitos maranhenses, os franceses foram expulsos pelos portugueses em 1615."
Em poucas linhas, o jornalista demonstra a ausência de auto-estima nacional pela nossa origem. Como, infelizmente, isso não é privilégio dele, é preciso contestar e protestar.

A presença dos franceses no Brasil, como corsários, começou no início do século XVI. Em 1555, o almirante Nicolau Durand de Villegagnon, com 600 homens, pretende fundar a França Antártica. Instala-se na baía de Guanabara, e funda o forte Coligny de onde foi expulso pelos portugueses (Estácio de Sá) em 1567, doze anos depois. (Estácio de Sá só fundou o Rio de Janeiro em 1565). Diríamos, por isso, que o Rio de Janeiro foi fundado pelos franceses?

Entre 1574 e 1585 os franceses seinstalaram na Paraíba. Expulsos, foram para o Rio Grande do Norte, de ondeforam expulsos por Jerônimo de Albuquerque em 1599. Os francesesnão desistem e vão para o Maranhão onde, em 1594, já haviam estado Charles des Vaux e Jacques Riffault.
Sua presença no Maranhão durou apenas três anos (8/9/1612—3/11/1615) e deles só ficou mesmo o nome de São Luís dado à cidade e que foi preservado pelos portugueses talvez por se referir a um santo católico, embora rei de França. Não há nada a lamentar na sua expulsão. Pelo contrário, graças ao esforço luso em manter  este enorme território é que temos hoje o Brasil íntegro. Só temos que nos orgulhar e louvar o esforço e a tenacidade de figuras como a de Jerônimo de Albuquerque Maranhão — o mameluco — de seu pai, Jerônimo de Albuquerque e de Alexandre de Moura, entre outros.
Vale a pena ler a história da época da colonização do Brasil.

                                                                      Roldão Simas Filho
                                                             Brasília, 6 de janeiro de 1998


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

-"Eu já nasci na Comunidade Europeia"

Por: Pedro Norton

E das ruínas surgiram edifícios imponentes... é cíclico, sem dúvida, é cíclico. Sendo que nada é para sempre, os resultados evolutivos saídos dos momentos de crise também não o são - mas escusavam de durar tão pouco. Geopolítica, sonhos antigos de líderes europeus, constrangimentos resultantes da guerra, ampliação do mercado? Seja o que for que levou a Europa a unir-se, o que interessa agora é que de facto aconteceu. Mas mais do que isso, importa ainda discutir se aconteceu da melhor forma. Urge perceber se não estamos a caminhar embriagados, já esquecidos do que nos trouxe até aqui. Bêbados com a crise, vemos mais depressa o fim do que o início; já ninguém se lembra, ou sequer pensa, no porquê de estarmos onde estamos Eu já nasci na comunidade europeia. Não sei, por experiência própria, como as coisas eram dantes. Só estudando história percebi o orgulho que representava fazer parte deste novo mundo. E que orgulho! Vejam só quantas nações e culturas diferentes, quantas estrelas em círculo…uma integração sem precedentes. Juntar nações tão fortes, tão próprias num mesmo projecto é de arrepiar...

Mas o tempo passa e o sonho desvanece... Sei, e agora por experiência própria, que os valores implícitos na bandeira estrelada não se cumprem. Nem mesmo em 2012, nem mesmo em Guimarães, símbolo deste ano do respeito pela diversidade cultural. Deixem que vos conte um episódio que por lá se passou, que mostra bem o estado actual (se é que não foi sempre assim) das coisas:  
…Estive numa conferência dedicada ao financiamento da cultura e das artes com a comissária europeia da cultura e educação Androulla Vassiliou. A Senhora foi presenteada - e muito bem - com auscultadores, através dos quais receberia a tradução de tudo quanto fosse dito em português. A restante mesa era constituída somente por portugueses, pelo que seria a única a necessitar do equipamento. E não é que foram parar às mãos erradas?! Foi a única, afinal, que não precisou de tradução, sendo que toda a mesa falou em inglês. Em alguns dos casos horrivelmente até - queriam falar mas não sabiam bem como. Foi tão absurdo, que houve gente a sair suspirando de indignação por não falar a língua e consequentemente não perceber nada do que se estava a passar. Mas o mais vergonhoso foi constatar que até a palavra "Guimarães" era dita com sotaque!!... Será que ao falarmos com os nossos parceiros europeus não podemos sequer manter a fonética original das palavras que são portuguesas?! Cambada de bajuladores! Nunca, que me lembre, foi requisito para o acesso às instituições europeias falar uma língua estrangeira. Já nos basta o profundo desconhecimento que há em relação à sua existência, à sua razão de ser.

Depois, temos a crise.. também não sei bem porque aconteceu, nem porque vai e vem. Em ciclos, bate-nos à porta. Depois desta confusão toda, só sei que temos uma Alemanha arrependida, agarrada de forma compulsiva aos medicamentos e uma Grécia muito doente, prestes a abater. Quem tem culpa, segundo os entendidos em saúde financeira e política é a doente, porque não controla as suas fronteiras, porque não consegue pagar as suas contas. Portanto, mais vale ponderar remove-la da cooperação e quem sabe - até porque já se discute em sede de parlamento europeu - controlar de novos as fronteiras, impedindo a emigração desmedida... Deram-nos armas que não sabemos usar. Se viesse agora uma guerra quantos de nós saberiam disparar um tiro? Esta geração, que se diz à rasca, já não sabe usar armas, mas será que sabe usar outras coisas? Ninguém nos ensinou a disparar é verdade, mas também não foi preciso. No entanto, não nos ensinaram a combater crises financeiras e ela caiu-nos no colo com uma força esmagadora. Não ensinaram também os jovens da altura a lidar com um tratado cooperativo desta envergadura, apenas se dizendo pelas ruas que vinha aí muito dinheiro...Deixamos todos de nos preocupar - que nem guerreiros que engordam de não ter nada para combater. Em vez de treinarmos para as eventualidades, ficamos gordos e pesados e agora custa-nos muito mexer. Principalmente aos mais velhos. E agora Europa? Será este o anúncio do fim?... Quanto a nós guerreiros, abramos os olhos! O inimigo está em todo o lado! Principalmente naqueles, que apesar dos dias que correm, continuam a não querer fazer nada. Continuam a brincar às empresas, continuam a brincar à cultura e à arte - hoje em dia tudo serve - continuam a saltar de fronteira invisível em fronteira invisível agarrando-se à segurança social alheia.

Há que meter ordem nisto, de facto há. Só tenho pena é que haja tantos interessados em simplesmente recuar 55 anos e começar tudo de novo. Ou provavelmente , não começar de todo.


terça-feira, 31 de julho de 2012

-"Cabo Verde e a Lusofonia"

Novo presidente de Cabo Verde apoia promoção da língua portuguesa
Por Mônica Villela Grayley
Rádio ONU em NY

O novo presidente de Cabo Verde afirmou que o português continuará sendo a língua oficial de seu país mesmo com esforços para aumentar a afirmação do crioulo, considerado língua materna pelos cabo-verdianos.
Nesta primeira entrevista à Rádio ONU, da Cidade da Praia, Jorge Carlos Fonseca disse que o português é um instrumento importante de relação com os demais integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP.
“A língua portuguesa é a nossa língua oficial portanto independentemente do futuro da língua cabo-verdiana ou do crioulo. A minha ideia é de que a língua portuguesa é uma língua nossa. Tanto nossa como é dos portugueses, dos brasileiros ou dos angolanos. Não creio que seja pensável deixarmos de ter a língua portuguesa como língua oficial. Isso é um cimento importante nas relações entre os países e povos que integram hoje a CPLP”.
Segundo o novo presidente, Cabo Verde está realizando esforços, previstos na Constituição, para afirmar ainda mais o crioulo cabo-verdiano.
O país também abriga o Instituto Internacional de Língua Portuguesa, IILP, que ajuda a coordenar dentro da CPLP ações de políticas da língua nos oito países que falam o português.

CPLP: Livre circulação

O presidente eleito de Cabo Verde afirmou ainda que está pronto para promover a livre circulação de pessoas entre os oito países que falam a língua portuguesa.
Desde a vitória nas eleições, Jorge Carlos Fonseca afirmou que apesar, de difícil, a ideia “não é uma utopia”.
“Se nós não formos capazes com vontade política e imaginação de encontrar, a prazo, condições para a livre circulação, eu creio que teremos falhado como pessoas que querem, patrocinam e desejam uma verdadeira comunidade de povos de língua portuguesa. Portanto, é preciso trabalhar neste sentido. Eu estou disponível para trabalhar. Eu sei que não é fácil. Mas se houver motivação. Há um problema também com a motivação dos Estados. Qualquer um de nós, países da CPLP, pode dar mais para a CPLP e para sua afirmação no plano internacional”, afirmou.

Criada em 1996, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP, reúne atualmente as oito nações que falam o idioma. O principal objetivo do bloco é a concertação político-diplomática, além da promoção da língua portuguesa.
A comunidade lusófona reúne cerca de 245 milhões de pessoas que falam português como primeira língua das Américas à Ásia.


sábado, 28 de julho de 2012

-"Comentários a «Carta-aberta ao Brasil»

De todos os comentários feitos ao artigo « Carta-aberta ao Brasil » que antecede este, destaquei os que se seguem por serem os mais interessantes e inteligentes.

mythabons(seguir utilizador), 1 ponto , hoje às 16:54 Como brasileiro que vive em Portugal há mais de 8 anos, posso dizer que o que existe basicamente da parte dos brasileiros pelos portugueses é desconhecimento. E a recíproca é verdadeira.
Dos dois "lados" vejo ignorantes LUTANDO para serem extremamente diferentes, quando de fato há MUITO mais que nos une do que o que nos afasta. Somos muito parecidos, de fato, quer os ignorantes de um "lado" ou do outro se mordam por isso.
Quando a crónica, estritamente, tem um leve tom de ironia (que considero justo, dentro de um contexto "fechado"), mas peca quando tenta "abarcar" todos os portugueses. Infelizmente não é assim. Para comprovar isto, basta percorrer as páginas de quaquer jornal online onde seja citado o nome do Brasil, seja lá pelo que for.
Obviamente não será numa crónica, e muito menos nos comentários dela que será possível definir essa relação de "amor e ódio" entre os dois países, as duas culturas. Apenas quis dizer que sim, o Brasil/brasileiros desconhece(m) Portugal, de uma maneira geral e o mesmo se passa na via inversa.
De uma maneira geral, pude muitas vezes confirmar o que está escrito na crónica, mas em outras tantas, infelizmente não.
Pessoalmente, escolho viver focado na parte boa da vida, das coisas que me rodeiam, e sim, os portugueses não são tão caretas (nem de longe) quanto parecem. Mas, como disse o amigo acima, nós também não somos tão malandros/putas, quanto se quer fazer parecer...


cidade(seguir utilizador), 1 ponto , hoje às 17:44 Portugal, ou melhor, José Luís Peixoto, provavelmente também não vá ler estas palavras, uma vez que sou somente mais um "brazuca" que imigrou para a sua linda tera, Portugal. Terra de nossos ancestrais, terra de tantos avós, bisavós, irmãos, sobrinhos, primos, tios e muito mais.Terra que amamos e que nos deu esta linda língua portuguesa da qual tanto nos orgulhamos apesar da pequena diferença do uso dos "cês", dos "pês" e "enes", também. Não deixemos os "enes" de fora para que não fiquem "desolées".
Portugal não possui dimensões continentais, é certo, mas possui uma cara linda, praias maravilhosas, rios fantásticos, arquitetura de grande beleza, portuguesas e portugueses de belos corpos e belas caras, e culinária.... ah! nem se fala. Dona de fartos sabores.
Saiba, caro José Luís, que não os consideramos caretas e eu, particularmente, não tomo este seu texto como intempestivo, uma vez que acredito no livre pensar e na liberdade que os povos, todos os povos, deveriam ter, de expor sua forma de ver o mundo e as pessoas. E que Portugal tem, graças a Deus.
Se fossem todos padeiros, garanto que o mundo inteiro estaria muito bem servido, pois o pão português é dos melhores que conheço e já saboreei, portanto... sentido faria, sim, mas ainda bem que são um povo em nítida, clara expensão cultural, social e profissional.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

-"Carta aberta ao Brasil"

Todos os amores são assim ! ...

Há algum tempo atrás, recebi o seguinte comentário ao texto "Felizmente nem todos os brasileiros pensam assim" que publiquei neste blogue:

"Anónimo
 -  "  Pelo amor de Deus vãi viver a vida de vocês e esqucem de nós, graças a Deus aqui no BR não se fala nada de PT, e nem de vocês porque não gostamos de vocês

Curiosamente, há dias, a revista "Visão" publicou o seguinte artigo:



"Carta Aberta ao Brasil

  José Luís Peixoto

 Brasil, eu sei que, muito provavelmente, não vais ler estas palavras. Eu não sou sequer um país pequeno, nem sequer uma região, só apenas um português, sou 1:10.000.000, mais ou menos; e tu és quase um continente, colorido com Estados de várias cores nos livros de geografia, com muito mais para fazer do que ler tudo o que qualquer indivíduo espontâneo te queira escrever. Não faz mal, eu compreendo, estas palavras breves, apesar de serem dirigidas a ti são também para mim. Ficam ditas.
Nós não somos tão caretas assim. Desculpa esta frase intempestiva, descontextualizada, mas não sabia bem como começar. Mas é isto, nós não somos tão caretas assim, garanto-te. Já te disse que sou português, é nessa qualidade que te dou esta garantia. Por exemplo, nós não somos todos padeiros. Já imaginaste um país em que todos os habitantes fossem padeiros? Se pensares um pouco, tenho a certeza de que concordarás que não é razoável, não faria qualquer espécie de sentido. Que conversas teriam essas pessoas ao jantar? Outro exemplo: nós já não estamos no tempo dos descobrimentos. Desde então, tomámos uma grande quantidade de decisões e fizemos um número impressionante de coisas, umas boas e outras más. Eu também concordo que, por um dia ou dois, seria interessante vivermos em castelos, vestidos de duques e duquesas, a caçarmos javalis, a declamarmos odes com tom grave e a escandalizarmo-nos com as intrigas da corte. Mas acredito que, ao fim de pouco tempo, havíamos de nos cansar. As comodidades do mundo moderno são hoje difíceis de prescindir.
Aproveitando esta carta, chamo-te a atenção para a consideração que mostramos para contigo. De certeza que já notaste como uma grande parte dos meus compatriotas, assim que aterram em ti, ficam doidões. No entusiasmo deles, hás-de reparar que ganhas sempre na comparação com este pedaço de península. Quando aterram em ti, falam de uma maneira que até dá a impressão que estavam aqui presos e que eram maltratados. Muitos começam logo a falar com a tua pronúncia e, claro, a tratar toda a gente por você. Até eu, que não sou um país, presenciei isto muitas vezes, por isso acredito que sabes do que estou a falar. Espero que os compreendas, querem agradar-te e, normalmente, conseguem. Brasil, tu adoras que te elogiem, mesmo que seja falar por falar, papo furado. Mas, sabes, no caso desses meus compatriotas, é quase sempre sincero. Em Portugal, sem termos sertão, temos duplas sertanejas.
Por ti, até mudámos a nossa forma de escrever. Colocámos no desemprego uma enorme quantidade de letras "c" que, noutro tempo, no tempo das escolas profissionais, se especializaram em segurar o "t". E olha que havia um grande número de indivíduos que tinham muita estima nesse "c". Mas, adiante, não se fala mais nisso. O que quero que saibas é que nós gostamos de ti, muito. Gostamos sobretudo daquilo que conhecemos através de telenovelas e de canções. Sabemos das favelas, dos sequestros, mas de forma teórica. Ao contrário de ti, Brasil, nós não nos cruzamos na rua com esses meninos a cheirarem cola ou outras drogas. Antes de chegarmos aí, não conhecemos esse olhar sem futuro que toda a gente expulsa dos pensamentos, esse corpo baixinho e sujo que toda a gente contorna nos passeios da Avenida Paulista.
Acredita, Brasil, nós não somos tão caretas assim. Talvez não saibas mas, às vezes, em certas ocasiões, até nos chamam o "Brasil da Europa". Acontece quando falam de futebol ou de praias, por exemplo. Nós gostamos quando nos chamam assim porque achamos que é uma forma de nos acharem divertidos e descontraídos. Estou a falar a sério. Acredita, por favor. Irias ficar admirado se soubesses o quanto somos considerados descontraídos pelos suecos. Brasil, proponho-te um exercício. Não precisas de responder em voz alta, guarda a resposta para ti, mas pensa: o que sentirias se alguém te chamasse o "Portugal da América do Sul"?
E, já que estou em maré de pedidos: para com essas piadas de portugueses, por favor. Não têm graça nenhuma. A sério, não têm graça. Eu, por acaso, até conheço pessoalmente as personagens dessas piadas. Tanto o Manuel, como o Joaquim, como a Maria, com ou sem bigode, são figuras que vale a pena conhecer. Quando estão inspirados, têm muito mais graça do que o Jô Soares."

Fonte: revista "Visão"
Nota:  este artigo foi alvo de comentários que só publicarei dentro de dias, para esta mensagem não ficar demasiado extensa; mas não os percam porque merecem ser lidos ! 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

-"Morreu JOSÉ HERMANO SARAIVA"

PORTUGAL ESTÁ MAIS POBRE !

Perdeu um grande historiador, um político, um diplomata e um dos maiores comunicadores portugueses da atualidade. Partiu fisicamente mas continuará a viver na sua obra e na recordação dos belos momentos que nos proporcionou.