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domingo, 22 de outubro de 2017

-"1.400 anos com medo do IsIão"

Na ligação abaixo indicada, encontrarão um excelente vídeo do Centro de Estudos Políticos do Islão, legendado em português, que desmistifica muito do que a história nos tem ensinado.

"Mais de 1 milhão de cristãos foram vendidos como escravos."
"As Cruzadas foram batalhas defensivas e duraram menos de 300 anos."
"Todas as batalhas Jihad foram ofensivas durante 1.400 anos, até hoje. "


https://www.youtube.com/watch?v=QSMbJDhVyg0

FOTO


domingo, 24 de setembro de 2017

-" Os britãnicos dominados pelos muçulmanos"


COMO OS BRITÂNICOS SE SUBMETERAM, PASsIVAMENTE, À INVASÃO MUÇULMANA
Fonte:BoatRacingFacts.com
Compilação: Arnaldo Norton

"A Grã-Bretanha tem, atualmente, 9 municípios cujos presidentes são muçulmanos,
 a saber :
O Presidente de Londres ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Birmingham ....é MUÇULMANO 
O Presidente de Leeds  ............. é MUÇULMANO
O Presidente de Blackburn  .......é MUÇULMANO
O Presidente de Sheffield  ........ é MUÇULMANO
O Presidente de Oxford .............é MUÇULMANO
O Presidente de Luton ...............é MUÇULMANO
O Presidente de Oldham  ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Rochdale  .........é MUÇULMANO


Além disso, há:
- 3 mil mesquitas: - mais de 130 tribunais de shariah; - mais de 30 Conselhos de shariah; - áreas privadas para muçulmanos em toda a UK.


Socialmente, na UK:
- 78% das mulheres muçulmanas não trabalham e recebem subsídios da Segurança Social;
- 63% dos homens não trabalham e recem subsídios da Segurança Social;
- as famílias muçulmanas têm em média 7 filhos e todos eles são apoiados pela Segurança Social;
- em todas es escolas é proibido servir carne de porco.


E tudo isto provocado por 4 milhões de muçulmanos numa população de 66 milhões."


NOTA DO AUTOR DO BLOGUE - É caso para questionar se a sanidade mental dos britânicos estará em boas condições ou se o peso que têm na consciência pelas barbaridades que exerceram, nos séc.XIX e XX, sobre os muçulmanos faz com que "metam o rabinho entre as pernas."

quinta-feira, 16 de março de 2017

- As "CRESCENTADAS" como réplica às cruzadas ?


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia avisa:

"Vocês começaram a desintegrar a Europa e a levar a Europa para o abismo. Em breve começarão guerras religiosas na Europa".

Será que ele se queria referir a uma "CRESCENTADA" ?

Se assim for o Presidente Erdogan estará, certamente, por detrás como herdeiro o Império Otomano.


terça-feira, 12 de abril de 2016

-"Marinha dos EUA e Terrorismo: 200 anos de convivência"


Quando em 1 de março de 2008, a garrafa de champagne se partiu ( só à segunda tentativa ) no batismo do "USS Navy New York", poucos estariam conscientes de que estavam a assistir a uma repetição da História.
O "USS Navy New York", foi construido, em parte, com o aço recuperado do World Trade Center, depois do covarde ataque perpetrado por terroristas muçulmanos e é um "Transporte Anfíbio, da classe Santo António" destinado ao combate ao terrorismo, podendo transportar  360 marinheiros e 700 fuzileiros navais.


A parte curiosa deste acontecimento é ser semelhante ao que aconteceu 200 anos antes, quando, em 1798, se batizava uma das fragatas que o Presidente Thomas Jefferson,  enviou para as costas do Norte de África para combaterem os piratas islâmicos (os terroristas dessa época) que sequestravam os navios que passavam no Mediterrâneo, incluindo os americanos.
Os piratas muçulmanos, além de atacarem frequentemente o litoral português, espanhol, francês e italiano, fazendo vítimas e escravos, saqueavam as cargas dos navios e cobravam fortunas pelos resgates.
Em 1786, Tohmas Jefferson e John Adams encontraram-se com Sidi Haji Abdul Rahman Adja, embaixador dos povos da região de Tripoli e Jefferson quis saber em que direito se baseavam os muçulmanos para continuarem a sequestrar e a matar americanos. O embaixador terá respondido que " o Islão foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras e que é direito e dever declarar guerra contra os seua cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos."
Segundo consta, Jefferson ficou muito chocado com a resposta mas o governo americano continuou a pagar. As quantias pagas pelos resgates representavam 16% do orçamento federal e já atingiam 20% quando John Adams se tornou Presidente, em 1797.
Em 1801, logo após Jefferson ter sido eleito Presidente, os piratas aumentaram o preço da autorização para navegar nas "suas águas" e Jefferson, que sempre tinha sido contra o pagamento dos resgates, decide não pagar.
Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Tripoli tomaram a embaixada americana e declararam guerra aos EUA.
Tunísia, Marrocos e Argélia juntaram-se aos líbios, ficando todo o norte de África, com exceção do Egito, em guerra com os EUA.
Felizmente, para Thomas Jefferson, anteriormente já havia planos para combater os piratas e o Congresso tinha aprovado, em 1794, a recuperação da marinha de guerra que fora dissolvida após a Independência.
Foram construidas seis fragatas destinadas a combater os piratas muçulmanos e foram elas que foram enviadas para o Mediterrâneo. Um acontecimento muito semelhante ao que iria acontecer 200 anos depois.
O conflito durou até 1805, terminando com vitória dos americanos que ocuparam a zona durante alguns anos para manter a paz.
Ainda há quem duvide de que a História sempre se repete !AN

domingo, 20 de março de 2016

-"Toda a vida europeia morreu em Auschwitz !"

   


Artigo de Sebastian Vilar Rodriguez publicado num jornal espanhol
em 2011.

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional e, acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.
E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.
Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.
E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocámos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
Que terrível erro cometido pela miserável Europa.