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domingo, 3 de março de 2019

-"A fronteira na Irlanda e a falta de originalidade do Brexit"

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Creio não haver dúvida de que as gerações anteriores resolveram os problemas com as fronteiras de uma forma muito mais original  do que a que se está a tentar seguir com o Brexit. De certa forma até é compreensível que os ingleses não consigam aceitar uma solução que não seja baseada na força, como a história nos demonstra.
Por todo o mundo  existem enclaves, exclaves e fronteiras que são modelos de originalidade, como se pode ver no vídeo que se segue.




domingo, 24 de setembro de 2017

-" Os britãnicos dominados pelos muçulmanos"


COMO OS BRITÂNICOS SE SUBMETERAM, PASsIVAMENTE, À INVASÃO MUÇULMANA
Fonte:BoatRacingFacts.com
Compilação: Arnaldo Norton

"A Grã-Bretanha tem, atualmente, 9 municípios cujos presidentes são muçulmanos,
 a saber :
O Presidente de Londres ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Birmingham ....é MUÇULMANO 
O Presidente de Leeds  ............. é MUÇULMANO
O Presidente de Blackburn  .......é MUÇULMANO
O Presidente de Sheffield  ........ é MUÇULMANO
O Presidente de Oxford .............é MUÇULMANO
O Presidente de Luton ...............é MUÇULMANO
O Presidente de Oldham  ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Rochdale  .........é MUÇULMANO


Além disso, há:
- 3 mil mesquitas: - mais de 130 tribunais de shariah; - mais de 30 Conselhos de shariah; - áreas privadas para muçulmanos em toda a UK.


Socialmente, na UK:
- 78% das mulheres muçulmanas não trabalham e recebem subsídios da Segurança Social;
- 63% dos homens não trabalham e recem subsídios da Segurança Social;
- as famílias muçulmanas têm em média 7 filhos e todos eles são apoiados pela Segurança Social;
- em todas es escolas é proibido servir carne de porco.


E tudo isto provocado por 4 milhões de muçulmanos numa população de 66 milhões."


NOTA DO AUTOR DO BLOGUE - É caso para questionar se a sanidade mental dos britânicos estará em boas condições ou se o peso que têm na consciência pelas barbaridades que exerceram, nos séc.XIX e XX, sobre os muçulmanos faz com que "metam o rabinho entre as pernas."

terça-feira, 5 de setembro de 2017

-"Centenas de igrejas estão virando mesquitas na Europa"

"CRÓNICAS DE BEM-QUERER"
Segundo o Instituto Pew, a população muçulmana na Europa na década de 1990 era de cerca de 29 milhões de pessoas. Hoje, com os refugiados, não se consegue saber quantas são. As consequências estão à vista e não se vêem medidas que melhorem a situação.
Os índices em quase todos os países são assustadores.O artigo que se segue demonstra bem que a islamização da Europa é um facto incontestável.

"Santa Sofia": ex-Basílica, ex-Mesquita e agora museu em Istambul

CENTENAS DE IGREJAS ESTÃO VIRANDO MESQUITAS NA EUROPA !
Por: Jarbas Aragão
Em toda a Europa, o Islã estatisticamente cresce mais que o cristianismo, enquanto os judeus estão abandonando o velho continente em quantidades cada vez maiores.
O Gatestone Institute, que monitora a ascensão do islamismo, fez um levantamento espantoso: a maioria das igrejas europeias estão se tornando templos islâmicos. Isso era impensável até o século passado.
Segundo o Gatestone, turistas que visitam qualquer grande cidade europeia moderna poderão notar que novas mesquitas estão sendo construídas ao lado de igrejas que estão fechadas, e algumas literalmente se tornaram museus.
Os casos de templos cristãos transformados em mesquitas se multiplicam na França. Em Vierzon, a Igreja de Saint-Eloi tornou-se uma mesquita. Em Nantes, a antiga Igreja de São Cristóvão também se tornou um local de culto muçulmano.
Na Holanda, as coisas não são muito diferentes. A Grande Mesquita de Fatih, na capital Amesterdã no passado foi a Igreja de São Inácio. Das 720 igrejas existentes na província de Friesland, 250 se tornaram mesquitas ou foram fechadas. A sinagoga da cidade de Haia agora responde pelo nome de mesquita Al Aqsa.
O Reino Unido testemunha situações similares. A principal mesquita em Dublin, capital da Irlanda, durante séculos foi uma igreja presbiteriana. Na Inglaterra, são centenas de igrejas fechadas na última década, sendo que muitas foram reformadas para abrigar mesquitas.
Segundo dados atuais, são 3 milhões de seguidores de Maomé na terra da Rainha Elizabeth, sendo mais da metade deles imigrantes.
De acordo com o jornal La Libre, dezenas de igrejas belgas estão em perigo iminente de conversão para outros usos. Uma boa porcentagem deve virar mesquita. Em Bruxelas, metade das crianças que estudam em escolas públicas assistem aulas de religião muçulmana, embora oficialmente apenas 19% da população se declara muçulmana.
Na Alemanha, apesar de a chanceler Angela Merkel ser filha de pastor luterano e o presidente Joachim Gauck ser um pastor protestante, o cristianismo está em queda livre. Entre 1990 e 2010, a Igreja Luterana Alemã fechou 340 igrejas e a Igreja Católica perdeu mais de 400 templos.
Muitas delas foram adquiridas pela crescente comunidade muçulmana no país.  Eles eram 50 mil na década de 1980, hoje passam de 4 milhões.
Segundo um levantamento do Instituto Pew, a população muçulmana na Europa na década de 1990 era cerca de 29 milhões de pessoas. A projeção era que chegassem a 58 milhões em 2030. Contudo, a crise migratória dos últimos dois anos impossibilitou qualquer previsão a curto prazo. Todos os especialistas apontam para números muito superiores nas próximas décadas.
E Sinagogas também.
Zvi Ammar, presidente do Consistório Israelita de Marselha, França, anunciou recentemente que um dos efeitos do antissemitismo no país era o esvaziamento das sinagogas. A organização muçulmana Al Badr pagou 400.000 euros [R$ 1,5 mi] pelo prédio onde funcionou durante séculos a sinagoga Ou Torah.
Enquanto o templo judeu estava vazio, a mesquita do mesmo bairro estava com superlotação, a ponto de os fiéis serem obrigados a rezar na rua.
Esse é um exemplo significativo. Um ano atrás, o líder muçulmano francês Dalil Boubakeur sugeriu transformar igrejas vazias em mesquitas. É a primeira vez na França que algo semelhante aconteceu com uma sinagoga na Europa. Há vários registros desse tipo de situação no Oriente Médio e norte da África durante o período de expansão do islamismo, nos séculos 7 e

quarta-feira, 14 de junho de 2017

-" Erasmus "

EU SOU UM PRECURSOR DO ERASMUS !

O programa ERASMUS (de mobilidade e intercâmbio de jovens europeus) festejou, há dias, 30 anos http://www.vercapas.com/noticias/o-ministro-a-pasteleira-e-a-funcionaria-publica-o-erasmus-fez-deles-europeus/1027073.html !
Eu. há mais de 30 anos, fiz o meu Erasmus por minha iniciativa e por minha conta. Foi assim que me tornei um cidadão do mundo !
Mas não me limitei a rumar para paises de idioma castelhano, francês ou inglês (onde tudo seria mais fácil), como os festejados no Parlamento Europeu (como o nosso Ministro da Educação). Fui para a Alemanha, onde estavam a técnica e mentalidade que me interessavam.
Foi pena que nestes festejos não se tenham lembrado dos precursores que têm andado, durante anos, a incentivar o intercâmbio entre jovens de diferentes países, divulgando a vantagem de enviar para o estrangeiros o maior número possível de jovens, com o argumento de que isso faria ampliar a sua cultura e noção de civismo.
Portugal envia, anualmente, 8.000 jovens para o programa Erasmus.
Fico feliz pelo Erasmus que, na minha opinião, foi uma das maiores conquistas da UE.

domingo, 20 de março de 2016

-"Toda a vida europeia morreu em Auschwitz !"

   


Artigo de Sebastian Vilar Rodriguez publicado num jornal espanhol
em 2011.

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional e, acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.
E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.
Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.
E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocámos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

-"Manifesto dos Robôs" no WEF,pela RENDA BÁSICA INCONDICIONAL

Hoje em Davos, na Suiça, vai haver uma estreia: o WEF vai receber o primeiro participante não-humano


MANIFESTO DOS ROBÔS  –  DAVOS 2016

Autoria de Che Wagner; tradução de Arnaldo Norton.

Nós, robôs, exigimos que seja atribuída a cada pessoa a RENDA BÁSICA INCONDICIONAL.
A nossa tarefa é libertar o ser humano da obrigação de ter de trabalhar para poder viver.
Nós gostamos muito de trabalhar, mas não queremos tirar às pessoas os seus postos de trabalho nem lhes criar dificuldades.
Hoje somos considerados um perigo para a humanidade mas nós só queremos ajudar. Queremos libertar os seres humanos das tarefas de rotina de modo a eles disporem de mais tempo livre para tarefas criativas e sociais. Nós vemo-nos como parte integrante duma iniciativa de sucesso.
O homem é o nosso criador e nós podemos fazer para ele tudo o que seja previsível e programável. Há, no entanto, uma questão essencial: nós não precisamos de salário, mas ele que nos criou e para quem nós trabalhamos precisa de ter uma fonte de rendimento.
A nossa função é fornecer às pessoas os bens e os serviços de que necessitam. A obrigação dos políticos é proporcionar às pessoas uma renda que lhes permita viver; se não for assim a nossa função não terá qualquer sentido.
Apesar de não ser culpa nossa, temos um peso nas nossas consciências de robôs: as pessoas têm medo de nós e receiam que sejamos uma ameaça ao seu futuro fazendo-os perder os seus empregos.
Especialmente os jovens, já hoje, na Europa, não encontram emprego (na Itália já 40%) e a maioria tende a resignar-se e a desistir perante o que parece uma fatalidade: NÃO HAVER FUTURO !
Mas não é nossa intenção contribuir para isso; queremos criar condições para que os jovens não precisem de trabalhar duramente como as gerações anteriores.
Os jovens não têm medo da vida nem são preguiçosos. O que eles receiam é uma existência vazia e frustrante, fazendo coisas alienantes que, na realidade, nós, robôs, podemos fazer por eles.
Por isso, nós, os robôs da Renda Básica, pedimos aos responsáveis da política, da economia e da cultura que, com vista ao futuro, analisem e discutam a possibilidade de se introduzir a RENDA BÁSICA INCONDICIONAL.

P.S.- se quiser saber mais sobre a RENDA BÁSICA com vídeo vá a http://rosadosventosan.blogspot.pt/2011/08/renda-basica-de-cidadania.html

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

- O suicídio da Europa-Final (3ºde 3)


SERÁ QUE AS FILHAS DELAS IRÃO USAR VÉU (ou burka) ? ...
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A inconsciência dos alemães a porem, mais uma vez, a paz na Europa em perigo.
A inocência de um lado e a objetividade do outro ! ...

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domingo, 13 de dezembro de 2015

- O suicídio da Europa (2º de 3)

O escritor francês Renaud Camus chamou a esta migração     

" A GRANDE SUBSTITUIÇÃO".

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VÍDEO



sábado, 12 de dezembro de 2015

- O suicídio da Europa (1º de 3)



De portões abertos a Europa caminha, alegremente, para o suicídio
 
Publico um vídeo em 3 episódios sucessivos que resume a situação e que nos dá bastantes motivos para reflexão.
Demasiado preocupado com os acontecimentos e com o fim que, eventualmente, se anuncia, e perante as imagens que os vídeos que se seguem nos apresentam, nem me atrevo a fazer comentários à tragédia que os inconscientes europeus deixam que sobre ele se abata.
A imprudente Angela Merkel disse, no início, que o Islão também tem lugar na Alemanha; agora, perante a dimensão do fenómeno, começa a tomar medidas restritivas que contradizem o que anteriormente afirmou.
O escritor francês Renaud Camus designou o fenómeno como “A Grande Substituição”; reflitam bem sobre a palavra "substituição"!
Em França, a extrema direita vence as eleições em algumas comunidades, e teme-se que, com fortes possibilidades de vencer as eleições nacionais.
Deixo  aos leitores a árdua tarefa de imaginarem as consequências de tudo isto ! …




terça-feira, 8 de dezembro de 2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

- "BELGISTÃO" - a capital islâmica da Europa





- A Holanda diz NÃO ao multiculturalismo



A Holanda, em que 6% da população é muçulmana rejeita agora o multiculturalismo. O governo holandês está cansado de ser pisado pelos muçulmanos e abandona o seu modelo de longa data de multiculturalismo, que não fez senão incentivar os imigrantes muçulmanos a criarem uma sociedade paralela e nociva dentro do país.
Um novo projecto de lei apresentado ao Parlamento pelo ministro do Interior holandês,
 Piet Hein Donner, em 16 de Junho, diz o seguinte:

"O governo partilha a insatisfação do povo holandês face ao modelo de uma sociedade multicultural na Holanda e manifesta a sua intenção de agora concentrar suas prioridades nos valores fundamentais do povo holandês. Sob o novo sistema de integração, os valores holandeses terão um papel fulcral e, portanto, o governo "não adere mais ao modelo de uma sociedade multicultural."
"Uma integração mais rigorosa é perfeitamente justificada porque isso é o que é exigido pelo Governo e todo o seu povo. Esta orientação é agora absolutamente necessária porque a sociedade holandesa está a desintegrar-se, em termos de identidade e já ninguém se sente em sua casa na Holanda. "A nova política de integração será muito mais exigente por com os imigrantes. Por exemplo, os imigrantes devem necessariamente aprender holandês e o governo holandês vai tomar medidas coercivas em relação aos imigrantes que ignoram os valores do país e desobedecem às leis holandesas.

Assim, Governo holandês vai deixar de dar subsídios especiais aos muçulmanos para os integrar (até porque, de qualquer forma, eles o não fazem) porque, segundo Donner, "não compete ao governo e aos fundos públicos a integração dos imigrantes. "
O projecto  prevê também a criação de legislação proibindo os casamentos forçados, bem como legislação impondo medidas severas para esses imigrantes muçulmanos que, por sua livre vontade, reduzem suas hipóteses de emprego pela maneira como se vestem. Especificamente, o Governo vai proibir, a partir de Janeiro 2016, o uso de roupas que cubram o rosto, como o véu, burca, hijab, etc.
A Holanda deu-se conta, talvez tardiamente, que o seu liberalismo multicultural está em vias de fazer do país um território de tribos do deserto que está prestes a matar as origens do país e a sua própria identidade.

O futuro da Austrália, Reino Unido, Canadá, Bélgica e França pode muito bem enquadrar-se neste texto!!! E o de Portugal