Países dos leitores

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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

- "Berlim 1945: para que a Europa não esqueça"

A II Guerra Mundial (1939-1945) provocou a morte de 65 a 85 milhões de pessoas das quais cerca de
45 milhões eram civis.






sexta-feira, 1 de novembro de 2019

- "As origens do Haloween"


O "Halloween" resultou do aproveitamento pelo cristianismo de uma tradição celta transformando-a em "Dia de Todos os Santos" (em inglês, "All Hallows Day"). A noite anterior, que era quando começava a festa, era a "All Hallows Evening do que resultou "All Hallows Even" e finalmente "Halloween".
Os vídeos que se seguem, com a qualidade do Canal História, revelam com mais profundidade as origens do "Halloween".

1ª parte


2ªparte
e


domingo, 23 de junho de 2019

-"Um cavaleiro africano na capital do Império""




Este cavaleiro pode ser visto numa pintura que retrata o movimento à volta do “Fontanário do Rei”, em Lisboa, no ano de 1575. O vídeo que se segue, da autoria da BBC, analisa o quadro com interessantes comentários que traduzi e adaptei.

Esta pintura poderia relançar a discussão sobre o que foi a escravatura se houvesse pess
oas desapaixonadas, isentas e descomprometidas com vontade de esclarecer esse fenómeno.

A tradução do texto que aparece no vídeo é a seguinte:“Esta pintura é um instantâneo de um mundo que já esquecemos. Ela retrata o momento em que o equilibrio do poder militar e económico significava que europeus e africanos se encontravam em termos de relativa igualdade.
Pensa-se que o artista que produziu esta obra (cujo nome se perdeu) era holandês mas o que retrata não é Delft ou Amestardão mas Lisboa do séc.XVI no ponto mais alto do império global português.
A pintura retrata o Fontanário do Rei e o que nela mais se destaca são as pessoas que lá se encontram.
Lisboa nesta pintura parece uma capital do séc.XXI, porque espalhando-se o império português por todo o mundo era natural que povos desse Império viessem a Lisboa. Parece incrível mas 1 em cada 10 habitantes de Lisboa era africano.
Os africanos nesta pintura aparecem em vários níveis sociais. Há os aguadeiros e também escravos tanto negros como brancos.
Vê-se um individuo a ser preso, vêem-se os barqueiros que ajudavam a atravessar o rio, mas há figuras como este cavaleiro de raça negra, membro da Ordem de Santiago, a cavalo com a sua espada, com a sua capa e adornos da época.
É um retrato de um mundo que já esquecemos: Lisboa como centro de u
m império global; Lisboa como centro da primeira era da globalização.”

domingo, 28 de abril de 2019

-"As Pedras Que Andam"

Pesquisadores americanos conseguiram resolver um mistério científico que já durava há décadas:
 as "pedras que andam" no Vale da Morte, no deserto de Mojave, na Califórnia


Algumas destas pedras chegam a pesar 300kg. Elas ficam em um lago seco, plano e rodeado por montanhas. Em algumas épocas do ano, este lago se enche com água da chuva, que evapora rapidamente.
Estas pedras movem-se, deixando um rastro na terra por dezenas de metros. Mas, desde que elas começaram a ser estudadas por cientistas, nos anos 1940, ninguém as havia visto mover-se.
Isso fez com que surgissem várias teorias para o fenómeno, algumas delas bastante exóticas, atribuindo seu movimento a campos de energia poderosos, ao magnetismo da Terra e até mesmo a extraterrestres.
Até que finalmente, em dezembro passado, o pesquisador Richard Norris, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, e seu primo James Norris puderam presenciar e captar em imagens o fenómeno (ver vídeo).
Eles explicaram em um estudo publicado nesta semana na revista PLOS ONE que tudo começa quando a chuva produz uma capa de água sobre o terreno seco, criando um lago superficial.
Durante a noite, essa água congela, formando uma capa de gelo de cerca de três a seis milímetros na qual ficam presas as bases das rochas.
Quando o sol nasce, o gelo começa a quebrar, criando placas de vários metros de largura que se deslocam com o vento.
Assim, as pedras se movem sobre o barro, impulsionadas pelas placas de gelo, a uma velocidade de dois a cinco metros por minuto, formando os famosos sulcos na terra.
As trajetórias dependem da velocidade e da direção do vento e da água que se encontra abaixo do gelo.
Segundo Richard, o fenómeno não é frequente porque quase não chove no Vale da Morte, e as temperaturas médias são elevadas.






domingo, 17 de março de 2019

-"Pedras Parideiras"

A Serra da Freita, no concelho de Arouca, no norte de Portugal, é cenário de um dos mais interessantes e raros fenómenos geológicos. É nesse cenário idílico que se encontram as chamadas "Pedras Parideiras".

No estudo que fiz, cheguei à conclusão que o texto da Wikipédio sobre o tema é o de melhor qualidade, pelo que vou passar a transcrevê-lo.
 "Pedras Parideiras são um fenómeno geológico raro, um tipo de pedras que brotam de uma rocha-mãe, um bloco nodular de origem granítica com 1000 x 600 m, daí se chamarem Parideiras. Os nódulos de 1 a 12 cm de diâmetro com formas discóides e biconvexas são compostos pelos mesmos elementos mineralógica do granito, a camada externa é composta por biotite e a interna possui um núcleo de quartzo e feldspato potássico. Estes nódulos ao se desincrustarem dos núcleos da rocha-mãe por termoclastia/crioclastia deixam uma camada externa em baixo relevo nos núcleos da rocha-mãe e espalham-se à volta desta.
As Pedras Parideiras simbolizam a fertilidade na tradição ancestral da região, esta tradição está ainda presente nas populações locais. Acredita-se que dormir com uma pedra parideira debaixo da almofada aumenta a fertilidade.

As Pedras Parideiras estão situadas na Serra da Freita em Portugal e na Rússia , perto de S. Petersburgo.
São um fenómeno raro no Planeta Terra, este sendo o motivo para que se pede aos visitantes destes locais que não recolham pedras para uso pessoal.
A afirmação da existência de Pedras Parideiras noutras latitudes não é comprovada.!"

Para esclarecimento dos leitores falta dizer o que é a termoclastia. 

Termoclastia é o processo de fraturamento ou quebramento de rochas cristalinas e compactas em consequência de variações térmicas na superfície da rocha fresca ao ser exposta, alternadamente, às altas temperaturas da insolação de dia e às baixas temperaturas noturnas.

domingo, 3 de março de 2019

-"A fronteira na Irlanda e a falta de originalidade do Brexit"

FOTO

Creio não haver dúvida de que as gerações anteriores resolveram os problemas com as fronteiras de uma forma muito mais original  do que a que se está a tentar seguir com o Brexit. De certa forma até é compreensível que os ingleses não consigam aceitar uma solução que não seja baseada na força, como a história nos demonstra.
Por todo o mundo  existem enclaves, exclaves e fronteiras que são modelos de originalidade, como se pode ver no vídeo que se segue.




quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

-" Como evitar a falência da Segurança Social"

Rendimento Básico Incondicional ou Contribuição para a Segurança Social ?
Qual destas duas soluções será a ideal para evitar uma situação catastrófica provocada pela robotização ? (Ver https://rosadosventosan.blogspot.com/2019/01/robotizacao-e-as-pensoes-de-reforma.html#links

Manter a contribuição para a Segurança Social no valor igual ao que correspondia aos trabalhadores substituidos pelos robôs será uma solução. Muitos empresários não irão gostar da ideia mas se forem capazes de ver a médio prazo chegarão à conclusão que o retorno do investimento os irá compensar. Desse modo puderá garantir-se a continuidade dos subsídios de desemprego evitando-se, a curto prazo, uma tragédia social. Mas, mais tarde ou mais cedo, os problemas surgirão devido à curta duração dos subsídios.


Portanto, resta-nos como única solução a longo prazo a introdução do Rendimento Básico Incondicional (ver https://rosadosventosan.blogspot.com/search?q=Rendimento+B%C3%A1sico+Incondicional


O Rendimento Básico Incondicional é um rendimento mensal para todos, independentemente das suas necessidades e sem quaisquer contrapartidas. Substituirá a maior parte dos subsídios e permitirá que todos possam viver com dignidade.
Na Finlândia e no Canadá já estão a decorrer projetos-piloto estatais; na Suiça o projecto foi discutido no Parlamento mas não foi aceite por não haver condições; na Alemanha e noutros países o assunto tem sido limitado a debates e algumas iniciativas privadas. Apesar disso, são boas notícias para os defensores do Rendimento Básico Incondicional, nos quais me incluo. 

Os críticos do projecto duvidam das possibilidades de financiamento e receiam o efeito que ele possa ter na sociedade. 
Os apoiantes, incluindo alguns empresários entre os quais os presidentes da Mercedes-Benz e da Siemens, consideram ser uma medida inevitável face à galopante digitalização e à consequente perda de lugares de trabalho e de rendimentos.