Países dos leitores

Países dos leitores

domingo, 29 de julho de 2018

- "Comunidades de luso-descendentes que Portugal ignora"

Não é de estranhar que os políticos portugueses ignorem as comunidades de luso-descendentes que persistem em existir após o fim do Império Português do Oriente; ELAS NÃO DÃO VOTOS ! ...

Estão espalhados um pouco por todo o mundo e são a maior prova do legado dos Descobrimentos, quando os portugueses partiram para terras distantes em busca de glória e riqueza. A grande maioria deles ainda fala crioulo de origem portuguesa e ainda mantém vivas algumas tradições dos seus  antepassados. É comum, em muitos locais, ainda cantarem em português e a religião católica é outro factor que os une. 
Existem muitas comunidades que descendem dos portugueses, desde a América até à Ásia. Algumas estão a desaparecer; outros ainda conseguem manter viva a chama dos seus ancestrais e o amor por Portugal. 
Recordemos a Comunidade Ziguinchor, do Senegal; a Comunidade Korlai, da Índia; a Comunidade Bayinghyis, da Birmânia; a Comunidade dos Burghers, do Sri Lanka; a Comunidade Kristang, da Malásia; e, na Indonésia, as Comunidades da Ilha das Flores, de Lamno (na ilha de Samatra) e a de Tugu (na ilha de Java).

Seria bom que os responsáveis reconhecessem que preservando estas comunidades Portugal ganharia, em prestígio e em mercados já que, aparentemente, nada mais lhes interessa.   

quarta-feira, 30 de maio de 2018

-"Não há dúvidas que, cada vez mais, a idade é só um número !..."

Aos 114 anos, candidato a homem mais velho do mundo quer parar de fumar

Mohammed Allie, BBC News, Cidade do Cabo


Fredie Blom, aos recém-completados 114 anos, garante que não há segredos para a longevidade


Aos 114 anos, Fredie Blom pode ser, em breve, reconhecido como o homem mais velho do mundo. Ele passou a maior parte da vida trabalhando em uma fazenda e, depois, na construção civil durante o período do apartheid na África do Sul. Conseguiu parar de beber álcool anos atrás, mas ainda é um fumador regular.
"Todos os dias eu fumo dois ou três 'pílulas'", conta Blom, referindo-se à gíria sul-africana pill, em inglês, usada para os cigarros em que o fumador enrola o próprio tabaco em uma mortalha. "Eu uso meu próprio tabaco, não fumo cigarros (comercializados)".

Blom diz que a vontade de fumar é muito forte, mais forte que a de parar. "Às vezes eu digo a mim mesmo que vou parar, mas esse sou eu mentindo para mim mesmo. O meu peito persegue-me para dar uma baforada e eu sou obrigado a fazer uma 'pílula'."