Países dos leitores

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

-" A senhora do nº 6"

Uma senhora de 109 anos, cheia de recordações e que só vive para a música !
Um testemunho de vida impressionante e comovedor de uma pessoa que , através da música, conseguiu vencer a morte que o nazismo lhe queria impor.
IMPERDÍVEL !





domingo, 20 de março de 2016

-"Toda a vida europeia morreu em Auschwitz !"

   


Artigo de Sebastian Vilar Rodriguez publicado num jornal espanhol
em 2011.

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional e, acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.
E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.
Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.
E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocámos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

quinta-feira, 17 de março de 2016

-"Veja se sabe escrever em "bom português"



Será que sabe mesmo escrever “em bom português”?...


Atazanar: O verbo correto é “atenezar” e não “atazanar” ou ainda “atanazar“. “Atenezar” significa apertar com uma tenaz e, por extensão do sentido, afligir, atormentar ou angustiar.
Catrapázio: A palavra certa é “carpácio”, que significa uma carta ou uma mensagem muito grande. Em sentido figurado, o termo pode ainda ser usado para descrever um livro ou material de leitura volumoso e muito aborrecido.
Mal e porcamente: A expressão original é “mal e parcamente”, e não “mal e porcamente”.
Ovelha ranhosa: À semelhança de “mal e porcamente”, a expressão “ovelha ranhosa” também começou por ser bastante diferente. A expressão idiomática original é “ovelha ronhosa” porque, como explica Manuel Monteiro, vem de “ronha” e não de “ranho”.
Pelos vistos: A expressão correta é “pelo visto”, sendo que “visto” é o particípio passado do verbo “ver”. Assim, “pelo visto” é sinónimo de “pelo observado” ou “pelo verificado”, também particípios passados.
Piar fino: Fiar fino”, “fiar mais fino” ou “fiar muito fino” — e não “piar fino”. Herberto Helder, em A Morte Sem Mestre, diz “que ele próprio ia pagar com a vida por essas outras razões, mas que logo ressuscitaria e depois é que todos veriam como tudo ia fiar mais fino“.
A expressão surge também referida em vários dicionários, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporâneo, da Academia das Ciências, como sinónimo de “exigir esforço, cautela e minúcia”.
Por portas e travessas: A expressão correta é “por portas travessas”, sendo que “travessas” é um adjetivo e não um substantivo.
Portugal dos Pequeninos: Apesar de ser conhecido como “Portugal dos Pequeninos”, o parque temático de Coimbra chama-se “Portugal dos Pequenitos”.
Rebaldaria: Uma “rebaldaria” é, na verdade, uma “ribaldaria“. O termo vem do francês antigo “ribalt” (“ribaud” no francês atual), que quer dizer patife, malandro ou libertino.
Salganhada: A palavra correta é “salgalhada”. De acordo com Manuel Monteiro, o termo vem de “salgar” e significa trapalhada, confusão ou mixórdia.



segunda-feira, 14 de março de 2016

-"O deficiente sistema de ensino dos EUA"

O presente vídeo mostra-nos a deficiência do sistema educacional americano e como ele está por detrás da crise económica. Faz-nos a preocupante revelação de que a grande maioria dos doutorados em universidades americanas são estrangeiros que, regra geral regressam aos seus países de origem.



sábado, 20 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

-"Inquérito sobre o Rendimento Básico Incondicional"

Um inquérito sobre o Rendimento Básico Incondicional, realizado na Suiça, revelou que 9 em cada 10 suiços continuariam a trabalhar, mesmo recebendo o RBI.
 


22% estabeleceriam-se por conta própria                                                   só 2% deixariam de trabalhar

59 % dos inquiridos com menos de 35 anos acreditam que o Rendimento Básico Incondicional será, em breve, uma realidade. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

- "200 milhões de raparigas e mulheres vítimas de mutilação genital"

em 30 países, revela um relatório estatístico da UNICEF.
A “Excisão Feminina” consiste, nos países árabes, na remoção apenas da parte superior do clitóris. Em África, pratica-se a clitoridectomia, ou remoção total do clitóris e por vezes mesmo a remoção dos pequenos lábios.
Segundo o relatório UNICEF metade do conjunto de raparigas e mulheres que foram excisadas vivem em três países: - Egipto, Etiópia e Indonésia.
As raparigas até aos 14 anos constituem 44 milhões das excisadas, registando-se a maior prevalência de Mutilação Genital Feminina (MGF) nessa faixa etária na Gâmbia (56%), na Mauritânia (54%). Na Indonésia, cerca de metade de todas as raparigas até aos 11 anos foram submetidas à prática. Os países com a maior prevalência na faixa dos 15 aos 49 anos são a Somália (98%), a Guiné (97%) e o Djibouti (93%).

Países onde se pratica a excisão feminina

Na maior parte dos países, é predominante o número de raparigas que foram excisadas antes de completar os cinco anos de vida.
Centenas de mulheres continuam a morrer em virtude desta ‘operação’. Infecções, sangramentos até à morte, perda de vitalidade, falta de higiene dos instrumentos, tudo leva a que a excisão seja um perigo para a saúde. Em alguns países, o clitóris é cortado com uma simples pedra afiada e para evitar o sangramento são colocadas sobre a ferida cinzas ainda quentes ou borras de café.
Todos os objetos afiados podem ser usados para a operação, desde lâminas de barbear, facas de cozinha, tesouras e pedaços de vidro. Estes ‘instrumentos’ são frequentemente usados em diferentes raparigas no mesmo dia e raramente são limpos e muito menos esterilizados, causando a transmissão de vários vírus como o HIV e outras infecções na área genital.
As razões apresentadas para a excisão variam entre o facto da mulher que mantém o clítoris ser considerada impura e não apta para o casamento até à crença que o facto de um pénis tocar no clitóris ser fatal para o homem.
Outras apontam para que este seja um tratamento contra a feitiçaria, a segurança sobre a virgindade, honra de família ou simplesmente para as afastar do sexo, tornado-as simples objetos de prazer para o marido. Em Dezembro de 1993 as Nações Unidas adotaram a ‘Declaração sobre a Violência contra a Mulher’, um reconhecimento implícito por parte da comunidade internacional da existência de um fenómeno universal de violência de género (pois afeta apenas as mulheres), no qual se incluem as mutilações genitais femininas. Um pequeno passo para um tão grande problema que ameaça continuar por mais um milénio, visto os chamados “Países Civilizados” não estarem disposto a por cobro a esta tragédia.
Oxalá este artigo possa contribuir para envergonhar alguns dos “responsáveis” que o possam ler.